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Self Portrait Round 2

Há algum tempo, fiz um compromisso comigo mesma de tirar auto-retratos. Na época, achei que seria ótima forma de praticar porque a modelo nunca se cansaria ou reclamaria. Bem, pouco tempo depois minha casa foi assaltada e fiquei sem minhas câmeras.

Por isso, enquanto a câmera nova não chega e para não deixar morrer a vontade, fiz fotos de celular e webcam mesmo. E pior: aquelas típicas de espelho do banheiro ou sentadinha aqui a minha mesa.

Os resultados foram esses ó:

Untitled


Untitled



Nenhuma delas tem nada demais, mas o importante é não desistir de brincar, né?

Xo

Foto de Família, ê coisa boa!

Tem quem ame, tire várias e guarde em grandes álbuns para mostrar para a posteridade. Tem quem goste um pouco menos, ache meio fora de moda ou tenha se desacostumado a fazer. A verdade é que os álbuns de família sempre serão um pedacinho da história de todos nós.

Lori Rivas-Huneke consegue quebrar a resistência dos menos apaixanados e roubar de vez o coração daqueles que já são aficcionados com fotografia de família. Ela é uma talentosa fotógrafa com estúdio na Califórnia que faz imagens criativas, inusitadas e, ao mesmo tempo, com o ar tradicional dos retratos de família. Confere aí:









Ficou com vontade de mais? Dá um pulo no blog e na fan page dela então!

David LaChapelle: fotografia como arte, num mix de cores irreverente


A fotografia vem se popularizando através das facilidades tecnológicas e da progressiva redução de custos da produção até o produto final. Numa terra de Instagram e editores de imagens simplórios que adicionam efeitos sem muito esforço, toda foto de família, de comida e de por do sol da janela ganhou contornos artísticos e, às vezes, um pouco de fama quando vai online! Nessas horas que descobrir quem realmente é artista das lentes e quem só brinca com elas parece ser trabalho de especialista.



David LaChapelle, porém, simplifica essa separação, mostrando que a construção de uma imagem pode demandar muito mais que o mero acaso de um acontecimento poético. Dono de um estilo ímpar, ele lança mão do bizarro, irreverente e de uma paleta de cores com muito rosa e saturação.



Sua carreira teve início em meados dos anos 80, quando seu trabalho começava a ser exibido em galerias de Nova Iorque. Foi bem nessa época que Andy Warhol foi com a cara do trabalho dele e as coisas começaram a acontecer. Ele trabalhou como fotógrafo celebridades por um período e virou queridinho do mercado.



Não satisfeito com a carreira bacanérrima como fotógrafo de arte contemporânea, LaChapelle se enveredou por outros caminhos das artes gráficas: direção de videoclips e documentários. Artistas como Christina Aguilera, Moby, Jennifer Lopez, Britney Spears, The Vines e No Doubt puderam experimentar seu trabalho. Também dirigiu o documentário Krumped que ganhou prêmio no Festival Sundance.



Depois deste passeio pelo mercado, LaChapele decidiu encolher sua participação na área de fotografia comercial e retornar às suas origens focando em fotografia artística mais uma vez, no ano de 2006.  Desde então, ele tem montado exibições em diversos museus e galerias pelo mundo mas, infelizmente, o Brasil ainda não foi agraciado pela estadia de suas obras. Vamos ficar na torcida!



Fontes: Info aqui / Imagens arquivo do Google

Trabalho novo no ar!

Finalmente, terminei de programar meu site e consegui atualizar o flickr com meus últimos trabalhod. Estou super satisfeita de, enfim, tê-lo feito. Olha só um pouquinho do que foi:

Freak Show

Freak Show

Freak Show

Freak Show

Quer ver mais desse dia no crico? Então, vai no  flickr! =)

Xo